A um passo da glória
Por José Nilton Dalcim
13 de julho de 2017 às 19:09

Suado, sofrido, arrancado. Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot viveram a terceira maratona, mostraram como estão com a cabeça em dia e com máxima justiça avançam à final de Wimbledon. Sábado, Girafa irá tentar realizar pela segunda vez o maior sonho de sua vida e coroar o retorno ao número 1 do ranking. Em 2013, ele e Ivan Dodig perderam de virada para os irmãos Bob e Mike Bryan.

Incrível como Melo e Kubot foram se entrosando ao longo da temporada. Começaram tímidos, quase desfizeram a parceria, mas decidiram se dar outro oportunidade, treinaram duro e a história começar a mudar com o vice em Indian Wells. A confiança aumentou tanto que veio o título de Miami, um piso até lento para o estilo dos dois. Foram ao saibro e faturaram Madri. Quando chegaram à grama, tudo se encaixou de vez. Marcelo, que jamais havia erguido um título na superfície, está na terceira final seguida, invicto a 13 jogos.

O mineiro de 32 anos e 2,03m disputará a 67ª final brasileira de nível Grand Slam em busca do 33º título. Se eliminarmos os juvenis da conta, são 29 conquistas em 50 decisões já disputadas. Dois fatos são curiosos: graças a ele e Bruno Soares, hoje o Brasil tem troféus de duplas masculinas em todos os Slam, exceto Wimbledon; e também por causa dos mineiros, somamos hoje troféus de simples, de duplas e de mistas na Austrália, França e EUA, novamente faltando a grama britânica, onde apenas Maria Esther Bueno brilhou até hoje.

E olha que nossa chance de faturar mistas está grande. Soares com a ótima parceira Elena Vesnina e o gaúcho Marcelo Demoliner junto à competente Maria Jose Martinez estão em semifinais distintas, podendo até fazer uma decisão entre brasileiros. Seria um sábado inesquecível.

Quem quiser ver a lista completa dos brasileiros que já fizeram finais em Grand Slam, clique aqui.

Feminino tem final perfeita
As duas semis femininas foram diferentes, porém ambas muito mais rápidas do que se esperava. O domínio de Garbiñe Muguruza sobre Magdalena Rybarikova foi tão absurdo que o público precisou torcer para a eslovaca ganhar games. A espanhola está muito solta em quadra e jogando seu melhor tênis desde a conquista de Roland Garros do ano passado. Agressiva, com bom saque, arriscando da base e indo muito à rede. Quem a visse pela primeira vez, acharia que nasceu em Londres.

Venus Williams e Jo Konta fizeram um belíssimo primeiro set, ao feitio da grama. Forçaram saque, bateram reto, tentaram deslocar a adversária. A britânica teve uma chance importante no 4/4 e daí em diante caiu de rendimento. Venus não tirou o pé do acelerador, fechou o set e se manteve compacta, com direito a usar até mais topspin do que o normal.

Wimbledon tem tudo para ver uma tremenda final no sábado, daquelas de ir para a história. As duas parecem confiantes e são cheias de experiência. Muguruza perdeu a final de 2015 para a outra Williams e de certa forma pode jogar mais solta, colocando responsabilidade sobre Venus, que tem uma chance única de voltar a ganhar Wimbledon e um Grand Slam depois de tanto tempo.

Por mais maluco que possa parecer, Venus pode até mesmo entrar na briga pela liderança do ranking em caso de título. Subiria para o quarto lugar, com 5.161 pontos, nada distante da líder Karolina Pliskova, que estaria a cerca de 1.700 pontos. A espanhola irá recuperar o quinto posto com eventual conquista.

As semis masculinas
– A última vez que todos os semifinalistas de Wimbledon estavam fora do top 4 do ranking foi em 2003, quando o mais alto classificado era o garoto Federer, então 5º.
– Federer tem 18 a 6 diante de Berdych, com sete vitórias seguidas. O último triunfo do tcheco foi em Dubai de 2013. Mas ele já ganhou do suíço nas quartas de Wimbledon de 2010.
– Suíço tenta a 90ª vitória e, se fizer a 11ª final em Wimbledon, será o segundo mais velho. Em 12 semis no torneio, ele só perdeu uma vez, a do ano passado.
– Berdych tenta repetir Lendl como únicos tchecos com duas finais em Wimbledon. Em Slam, ele está atrás de Korda, Kodes e Lendl. Jamais na carreira, Berdych venceu três top 10 seguidos (Thiem e Djokovic os outros).
– Cilic ganhou todos os quatro duelos contra Querrey, três deles na grama e dois em Wimbledon (ambos decididos no quinto set).
– O vencedor será o tenista profissional que mais edições disputou até chegar na final: Cilic está na 11ª e Querrey, na 10ª. O americano também igualará a marca de Ferrer em Slam, com 42 tentativas.
– Ivanisevic é único croata a disputar mais de uma final de Slam (foram 4, todas em Wimbledon).
– Último americano a decidir o torneio foi Roddick, em 2009 (batido por Federer).
– Querrey é o sétimo tenista a ganhar três jogos seguidos no quinto set em Wimbledon. Ninguém ganhou quatro partidas.


Comentários
  1. Mário Fagundes

    Berdych vendeu bem caro a derrota para Federer, que ainda continua gripado. A cada intervalo, um lencinho era usado para assoar o “narizinho”. Tomara que domingo esteja 100%. Vamos, Federer! Rumo ao 19º caneco!

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  2. Luis

    Dalcim Federer na final Wimbledon em 3 sets mas dificeis rs,objetivo alcancado da final falta o titulo rs,promete ser duro mas e’favorito ao sonhado 8 Wimbledon seria 2017 um conto de fadas como disse o suico rs,tava igual uma senhora aplaudindo suico kkkk,Go Federer,beijo Alice

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  3. Renato

    Mestre, com todo respeito, mas não vi equilíbrio nenhum na partida. Federer venceu em 3 sets. No primeiro, ele bobeou. Prova disso é que fez 10 pontos a mais que o tcheco so no primeiro set. No segundo, ai sim teve um equilobrio. O terceiro, foi normal. Venceu Berdych fazendo 19 pontos a mais que ele e muito mais winners, com empate nos erros não forçados.

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    1. José R.

      Aproveita p curtir o momento!!
      O cara não perdeu nenhum set nos últimos 10 jogos (23 sets seguidos), fez 3×0 e ainda tem anti pra reclamar!!!

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    2. Tiago Tavares

      Berdych é um ótimo jogador
      Mas como sempre vão vir os haters dizendo ‘mas Djoko e Murray se lesionaram, Nadal está cansado do saibro e bla bla bla’

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    3. Rafael Brasiliense

      Jogo duro vencido em sets diretos na semifinal do torneio mais prestigiado do circuito sem dar ao adversário sequer um set point, fazendo 71% de winners a mais que o Berdych e cometendo somente um ENF a mais. Isso tudo contra um tenista de alto nível que fez de longe sua melhor partida do ano. Caramba, como vocês são chatos.

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  4. Ricardo Massagardi

    Dalcim, lendo o final do seu post me bateu uma curiosidade: algum tenista já venceu um slam ganhando todos os jogos em 5 sets?

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  5. Leonardo Freitas

    Em alguns comentários passados li sobre a entressafra que supostamente rendeu títulos de grand slam para o Federer e isso e um absurdo porque Nadal nessa mesma entressafra não passava para as finais fora do saibro e perdia para os mesmos da tal entre aspas entressafra.Então independente de torcida tem que sempre ver os méritos desse grande jogador que mesmo encarando o auge de adversários mais fortes fisicamente e jovens ele sempre se manteve apto a tentar rivalizar com ambos Nadal e Djokovic.Federer para mim e tecnicamente o melhor dos três gênios que vi jogar e o mais virtuoso e que mais se adapta nos diferentes pisos e por isso e eleito por especialistas e pelo mundo do tênis o melhor tenista da era profissional e contando tudo um dos maiores de todos os tempos o que torna um absurdo dizer que ele se beneficiou de uma entressafra e sim na verdade ele era muito acima da média dos seus rivais da sua geração.Uma análise dessa para mim e de quem no mínimo torce para algum rival ou então no mínimo não entende de tênis rs.

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  6. Rafael

    No final dos anos 80, e por toda a década de 90, o mundo do xadrez teve acontecimentos muito interessantes. Anatoly Karpov, o então campeão e “grandmaster”, começou uma série de batalhas contra um jovem chamado Garry Kasparov, seu conterrâneo russo. Karpov já havia ganho tudo que havia para ganhar, e já havia defendido seu título.

    Muitos dizem que Karpov, mais velho, planejava se aposentar após o duelo contra Kasparov, que foi interrompido, “oficialmente”, no interesse de preservar os jogadores, devido à longuíssima duração.Tivesse ganho, ele, Karpov, provavelmente teria sido considerado o melhor enxadrista de todos os tempos. Karpov liderava por 5×0, precisava de mais UM ponto, mas Kasparov, que perdeu o interesse em tentar reverter a vantagem de forma imediata, colocou em prática uma estratégia que lhe permitia levar as partidas ao empate, quaisquer que fossem os movimentos de Karpov. Após VINTE E SEIS EMPATES no mesmo jogo, Kasparov conseguiu dois pontos e houve a interrupção.

    A revanche ocorreu cerca de um ano depois, com a vantagem zerada, ou seja, outro jogo. Kasparov, que havia passado esse ano entre uma partida e outra desenvolvendo estratégias para o novo jogo, que tornar-se-iam inovadoras para o xadrez mundial, venceu.

    Havia um novo rei. E este se mostrou praticamente imbatível, até que, em uma esperta jogada de marketing, a IMB desenvolveu o Deep Blue, e houve então a primeira partida de xadrez disputada entre um ser humano e um supercomputador (inteligência artificial).

    Kasparov venceu.

    No 2o. jogo, Deep Blue venceu (E começou a discussão sobre o quanto a inteligência artificial estava se aproximando da humana, etc, mas isso é outro caso).

    Até livro foi publicado em cima disso.

    E a história seguiu.

    Por UM ponto, Anatoly Karpov (ainda lembram dele no início do texto?), após um LONGO período de dominância absoluta, deixou se der considerado o maior de todos os tempos de forma unânime. Claro que há correntes que assim o consideram, mas aquele jogo suspenso contra Kasparov, e a derrota um ano depois, deram margem a questionamentos por outras correntes.

    Bom, e daí?

    Um GOAT só existe na cabeça de torcedores, analistas e marketeiros, e o “SE”, na de todos eles. Ou algum incauto acha que Michael Jordan (interessante, né, sempre os USA com esses termos de showbiz, MVP, hat-trick e outras baboseiras, mas eles são um show em promover eventos, não dá pra negar) é uma unanimidade? Que não há quem considere Kareem-Abdul Jabbar, Earvin Johnson e outros como GOATS? Ou vcs acham que Tiger Woods é o incontestável GOAT do golfe? Ou que não há gente que considere Fangio maior que Senna ou Messi maior que Pelé? Há gente que considera Mike Tyson o GOAT em um esporte onde tivemos Mohamed Ali!!!!! Ou mesmo Lennox Lewis!!!

    Grande abraço, escovem sempre os dentes e, lembrem-se, o GOAT só existe na cabeça de vcs.

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    1. Gabi

      Rafael,

      de fato, a emoção bruta da disputa em Nova York, a primeira vez que um computador venceu um torneio de xadrez contra o campeão mundial reinante do jogo que por séculos foi visto como referencial da inteligência humana, irrompe das páginas da absorvente história de Kasparov, que ele conta na íntegra pela primeira vez em “Deep Thinking”.

      O Deep Blue provou ser um adversário irritantemente preciso e impiedoso, anulando o gênio ofensivo de Kasparov e solapando sua força mental. Na partida final, o Deep Blue recorreu a um sacrifício devastador de um cavalo, e Kasparov abandonou em uma hora.

      Uma coisa que eu nao sabia é que, ainda que Kasparov elogie as realizações da equipe do computador, ele acusa a IBM de usar algumas táticas sorrateiras. A recusa da equipe de fornecer os históricos dos jogos anteriores do Deep Blue, a reprogramação da máquina depois de ela ter travado no meio de um jogo, e a contratação de um segurança que falava russo, supostamente para escutar clandestinamente as conversas do enxadrista.

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      1. Jônatas L. de Paiva

        IA artificial nada mais é que a inteligência humana colocada em um computador. Para vencer o Kasparov colocaram o resultado de MUITAS inteligências humanas ali, ou seja, precisou de várias pessoas para bater 1. GOAT é GOAT. 🙂

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    2. Gilvan

      Nenhuma análise séria deixa de indicar o Michael Jordan como o maior jogador de basquete da história.
      Assim como, dentro em breve, nenhuma análise séria deixará de indicar Roger Federer como o maior jogador de tênis da história.
      Existem parâmetros muito determinados para você indicar se um determinado esportista é o maior da história. Títulos, tempo como número 1, vitórias, talento, apelo com o público, até premiação em dinheiro… Se vários atletas se misturam na liderança dessas variáveis, haverá uma discussão saudável sobre quem foi o maior. Mas se um único atleta lidera, isolado, TODAS as variáveis, a discussão perde o sentido. Como você mesmo disse, vira uma questão de preferência pessoal.

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    3. Fabio F

      Belo texto, Rafael! Parabéns pela elegância no escrever, pela pesquisa e pela memória afiada!

      Sua argumentação, no entanto, pode ser objeto de ressalvas. Não quanto à conclusão, porque também detesto esse papinho de “quem é o Bode” e acredito firmemente ser impossível comparar jogadores de épocas diferentes, mesmo que as “safras” sejam relativamente próximas, uma vez que, num esporte de alto rendimento, 5 ou 6 anos fazem sim uma diferença abissal.

      Mas você sustenta que a não existência de um “GOAT” é demonstrada pela ausência de unanimidade, e para isso cita outros grandes do esporte cuja supremacia é ou já foi contestada. Ora, a ausência de unanimidade seria um argumento válido caso não houvesse uma predominância clara das opiniões favoráveis a um atleta específico. A unanimidade jamais existirá, acredite. Há gente (respeitada) que sempre achará que Borg foi melhor que Nadal no saibro, ainda que o espanhol vença RG por 20 vezes.

      Hoje, ainda há predomínio claro dos nomes de Muhammad Ali, Michael Jordan e Pelé. Já existe contestação? Claro, e ela crescerá com o tempo, é um processo natural explicado pelo surgimento de novas estrelas, pela maior popularização e acessibilidade do público em relação à carreira dos atletas e pela evolução técnica e tática que é comum e esperada no esporte. Veja como a imagem de GOAT Carl Lewis já está esmaecida atualmente por Bolt e outros grandes velocistas. No entanto, durante um longo período ídolos como Lewis e Mark Spitz (natação) foram endeusados. Ainda o são, mas os mais jovens sequer sabe que eles existem. Aí vem outra questão: devo eu prestar atenção à opinião de um jovem de 17 anos sobre se Pelé é ou não maior que Messi? Complicado, né?

      Hoje, Federer classificou-se para mais uma final de Slam aos 36 anos incompletos. Mesmo antes de mais esse feito, ele já era o GOAT para a maioria inconteste dos especialistas que podem e devem merecer respeito. Isso pode mudar? Claro, gênios mais jovens como Nadal e Djokovic estão seriamente no páreo para reclamar esse lugar no topo do panteão. E outros ainda mais jovens e sedentos virão atrás de todos os recordes do suíço. O futuro dirá. E ainda bem que é assim!

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      1. Rafael

        Fabio, apreciei muito sua resposta ( e claro, a da Gabi, que nem imaginava se interessava por essas coisas). Meu ponto, para deixar claro, o tempo todo, foi falar de Anatoly Karpov e o quão perto ele esteve de se tornar o maior enxadrista da história, e quão “facilmente” esse título se perdeu.

        Acredito que pode existir o maior de uma era, nunca o maior de todos os tempos. Até pq, como já exaustivamente colocado por aqui por gente que eu respeito, como o Dalcim, fica complicado comparar eras.

        No fim, é a tal de preferência pessoal mesmo.

        Mas isso é apenas minha opinião, cada um pense como quiser.

        Cara, eu já era gente (mini-gente, mas era) quando Karpov ainda jogava, e sabia quem ele era!!! Affe, como estou velho….rs

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    4. JOSÉ EDUARDO PESSANHA

      Os feitos de Pelé e de Federer não têm comparação em seus respectivos esportes. Aliaram a classe e categoria que só os dois tiveram com os resultados que somente eles alcançaram. Federer esteve a uma vitória de conseguir fazer 19 finais de GS seguidas. Se tivesse vencido aquela semi do AO 2008, esse feito seria alcançado. Mesmo assim, a marca de 10 finais seguidas e a outra de 8 finais seguidas de GS dificilmente será igualada. Abs.

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    5. João Luiz

      Aham, senta lá Cláudia.

      O cara está mais preocupado com esse negócio de GOAT do que o Federer.

      Enquanto isso, 18 GS.

      Mais uma vez, merece a música:
      “Choram as rosas…”

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    6. Jose Yoh

      Lembro que as partidas entre os enxadristas russos ocupavam os principais noticiários e páginas inteiras dos principais jornais… Bons tempos.

      Quanto ao GOAT, ótima análise e não tenho dúvida de que é um título dependente de nossas preferências pessoais.
      E claro, acho também que os primeiros nomes que aparecem como candidatos a este título no tênis sejam Federer e Laver, para a maioria dos apreciadores e praticantes do esporte.

      Sem desmerecer os outros, claro! É o que está na minha cabeça.

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      1. Rafael

        É isso mesmo, José. Minha opinião é mais uma apenas, mas quando serve como alimento para pensamento, sinto que postei algo válido.

        Apreciei seu texto, também. Aliás, gosto muito de gente que escreve com inteligência e razoabilidade.

        Agora, os bots que não conseguem ver além do mantra de que qualquer coisa que não sejam loas ao seu ídolo (seja ele quem for) é choradeira, esses são lamentáveis.

        Federer é fenomenal, só pra deixar AINDA mais claro.

        Abs, José.

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    7. Lincoln

      Rafael, parabéns pelo seu texto. Entretanto, há um certo charme em se discutir sobre maiores e melhores, daí para um veredito absoluto sobre os mesmos é outra história.

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    8. Leonardo Cabral

      Rafael,sem dúvidas a sua postagem foi válida.Confesso que nao conhecia esses enxadristas,muito menos suas histórias,foi uma ótima leitura.Abraços!

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  7. Gabi

    Não lembro qual colega aqui reclamou da coincidência de datas da final de Wimbledon e da F1.

    Nesta semana o BRDC (British Racing Drivers Club, entidade que administra o autódromo de Silverstone e promove o GP) anunciou que, apesar de ter contrato fechado para receber a categoria até 2026, acionou a cláusula de saída prevista pelo acordo, que faria com que não houvesse mais F1 no Reino Unido após 2019.

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  8. Marcelo Calmon

    Será que o Soares tá dando algumas dicas sobre o Jamie para o Demoliner ??

    No 1º set confirmando os jogos parelhos entre Cilic e Querrey : TB.

    Sei que o momento é para falar de Wimbledon, mas que decepção o Monteiro no saibro esse ano. Depois de uma participação surpreendente em Wimbledon caiu na 1ª rodada, assim como o Amarelucci, mas esse não ganha mais de ninguém mesmo.

    Cilic acaba de perder o TB, mesmo com o Querrey jogando quase todos os pontos com o 2º saque. Dois erros grotescos em seguida !!!
    abs

    Responder
  9. Sônia

    Dalcim, SporTV sempre, essa dupla Eusébio/Domingos Venâncio, show show show, agora quando aparece o tal Narck… “mute” sempre. Beijos.

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  10. Evaldo Moreira

    Bom dia,
    O que vi na final de Halle, se repete nas rodadas finais, com Federer elevando o nivel, isso pegando ritmo, me impressiona o suiço ter se poupado nas primeira semana, mesmo com resfriado, e vendo o assombro que o jogo contra o Raonic, com certeza vai se repetir no jogo de hoje, Berdych melhorou, fato, mas Federer tá bem arisco neste Winbledon.
    Dalcim, vendo todas as campnhas que o Federer participou na grama sagrada, impressiona como ele tem é forte lá, mesmo perdendo as finais que teve, me arisco a dizer, que nesta era profissional, é o cara que tem a maior leitura de jogo na grama, como sacar, como trabalhar os pontos, angular mais as bolas, deixadas clássicas e por vai, rsrsrsrsrs, claroque tem outros tenistas muito bons, mas em se tratando do suiço!!!!?

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      1. Mario Cesar Rodrigues

        Caro Bruno!voute dizer uma coisa vc sabe o que é aposta!então vou te explicar eu apostei em 2 TB invertido tanto é que 3×1 foi invertido errei no 3x1mas o TB invertido ganhei 10 mil reais a mais aprenda.Já jogou jogo do BIcho exemplo uma milhar 6894 primeiro prêmio você tem várias chances de ganhar invertido só que diminui o Prêmio e ganha um bom dinheiro!Mas isto são para poucos viu!

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  11. Chetnik

    O Berdych tem bem mais jogo para vencer o Federer do que o Raonic. O Federer bloqueia bem os saques, o que força o Raonic a jogar muito de fundo de quadra, o que ele não consegue, com uma movimentação tão ruim e uma esquerda fraca. Além do mais, a devolução do Raonic é ruim demais pra devolver o saque do Federer na grama.

    O Berdych é grandão também, mas se movimenta melhor, tem ótima devolução e tem um jogo completo do fundo de quadra.

    Acho que o jogo vai ser mais duro do que contra o Raonic.

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    1. Chileno

      Também acho Berdych mais perigoso do que o Raonic. Na grama os golpes dele ficam mais contundentes, e o backhand dele é bem superior ao do canadense, embora o saque seja menos destruidor.

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  12. Chetnik

    A cara de pau não tem limites…O que eu falei, que o circuito nunca esteve tão fraco, é a MESMA coisa que os mesmos que deram faniquitos vem repetindo há dois anos. Mas como agora é o Federer que tá ganhando eles se ofendem, kkkkk. O pior que a cada post era a mesma ladainha, incansavelmente repetiam isso. Agora você fala uma vez e a horda inteira aparece, sedenta por carne humana e sangue, kkkk.

    Vocês não tem vergonha não? Sério mesmo. Coerência zero. O circuito tava fraco e o Federer não ganhava nada. Agora o circuito tá forte e o Federer tá ganhando. Realmente, faz todo o sentido…

    Fanatismo tem limites.

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    1. Nando

      Tem razão “Paulo Coelho dos comentários” ( ou seria Lola? ou Léo Gávio? ou Bruno Louzada?).
      Vc é um claro exemplo de q fanatismo nao tem limites e nem idade kkkkkkkkkk

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    2. Rodrigo S. Cruz

      Na época que o Djokovic ganhava tudo, o Nadal também estava uma merda!

      E quem faria frente ao sérvio? Murray, Berdych? (deste último eu ria enquanto digitava).

      O único que vez por outra arrancava alguma vitoriazinha dele era o Federer, mas com um tênis bem longe do que apresenta agora…

      Em 2017, o Nadal ganhou quase tudo sobre o saibro, e fez uma final pau-a-pau com o suíço.

      PS> E não se trata de incoerência, eu impliquei com o Djokovic mesmo (rs)

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    3. Paulo Henrique

      Tem a grama também! No começo qdo Novak e Nadal ainda estavam no torneio e com chances, a grama tava lenta, saibrada, e não tinha mais nada de sagrada. Agora, WB voltou a ser o templo sagrado do tênis e os adversários são fortíssimos. Eu si mi divirtu much…kkkk

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    4. Bruno

      Pare de chorar Paulo Coelho,Vai estragar seu celular igual no Austrália open.nao podemos ficar sem seus Coerentes comentários aqui no blog.

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    5. Vítor Barsotti

      Concordo, Chetnik.

      Apesar de hoje o circuito estar sensivelmente melhor que há dois anos, com a chegada aos poucos da NextGen, a queda de Djoko e Murray estão frustrando um ano que deveria ter confrontos épicos entre o Big4. O AO foi demais, porque chegaram Federer e Nadal, e acabou escondendo um pouco a queda dos dois melhores tenistas dos últimos anos. RG e WB perderam um pouco a graça sem nenhum cruzamento entre os quatro…

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        1. Jose Yoh

          Porque dois dos melhores de todos os tempos voltaram jogando (bem) melhor que os dois que caíram.
          Perceba que sempre tem um ou dois lesionados, não é coincidência. Eles se matam no período que acham que tem mais chances de ganhar os slams e m1000.
          Então no outro período se lesionam e os rivais “melhoram”.
          Faz tempo que o tênis é isso aí. A cegueira do fanatismo das torcidas é que parece não permitir enxergar.

          Responder
          1. Chetnik

            Nadal melhorou, mas ainda nem se compara com o que já foi. Federer tá jogando o que vem jogando desde 2015, mas agora sem o Djoko para entubá-lo seguidamente.

    6. Fabio F

      Chetnik, não caia nessa arapuca… não existe isso de circuito fraco ou forte… são sempre os melhores disputando os torneios, seja em que época for. Você tem noção de quão difícil é ser ranqueado pela ATP? A parir daí, disputar futures… challengers… torneios maiores… persistir e vencer algumas partidas… alçar posições lentamente no ranking… após muito esforço, conseguir disputar ATP’s 250… 500… 1000… conseguir vaga em um slam… perder na primeira rodada… no ano seguinte, chegar á terceira… …. …
      Na imensa maioria dos casos. o cenário que tracei é excessivamente otimista.
      São sempre os melhores. Sejam eles gênios virtuosos, batalhadores incansáveis ou mestres da tática. Os melhores de cada ano, de cada temporada. Não é nada fácil estar lá, muito menos vencer.

      Responder
  13. Luis

    Dalcim perguntei se Federer vencer Wimbledon com 36 anos seria facanha maior que da Australia pela importancia de Wimbledon? Go Federer concentrado ganha do Berdych sem muito sustos rs se possivel em 3 sets,sem perder sets seria incrivel o que Nadal conseguiu em Paris,e uma pessoa disse Federer x Cilic merece ganhar bolinha kk

    Responder
      1. Anderson Castro

        Concordo que depende do ângulo.

        Conquistar Wimbledon o isolaria como o maior campeão do torneio, além de ser o grande objetivo do suíço (ele sempre deixou isso bem claro).

        Já o título do Australian Open foi especial por todo o contexto: voltar a ganhar um major após quase 5 anos, depois de ficar 6 meses afastado do circuito. Além disso a campanha foi exigente, com vários jogos vencidos em 5 sets. Também teve o “novo backhand”. Mas a “cereja do bolo” foi vencer o maior rival na grande final (a primeira vez que venceu Nadal numa final de Slam que não fosse Wimbledon)

        Responder
  14. André Barbosa

    Engraçado esse papo de geração fraca. Um cita a final do AO quando Federer venceu o González (mas não se lembra que o mesmo González deu uma surra no Nadal nas quartas). O outro usa como argumento o “fraco” Sam Querrey, que passou pelo Djokovic no ano passado em WB.

    Dalcim, qual a possibilidade do blog distribuir lenços para alguns dos frequentadores? O choro está quase alagando o blog.

    Mas sem problemas, afinal o choro é livre.

    Responder
    1. Fernando

      O próprio Federer já admitiu que o nível da atual geração permite longevidade dele no alto nível de seu jogo até hj. A geração de hj está mais focado nas redes sociais do que em desenvolver tênis de alto nível. Essa é a minha opinião de que jovens andam distraídos demais

      Responder
  15. Marcelo-Jacacity

    Rodrigo S. Cruz,
    Não consegui responder no outro post.
    Você escreveu sobre a arrogância dos torcedores do sérvio.
    Arrogância, de muitos, estamos vendo desde o Australian Open-17 com o fake dos mil comentários forçados com já outro post no ar há dias.
    Leia os comentários dos posts de 2017 e faça uma reflexão.
    O tênis se resume a um ser, para os fanáticos por Roger. O restante dos tenistas é praticamente um lixo, mais prepotente que isso impossível.

    Arrogância na torcida do Djokovic e do Nadal? Claro que há. Entretanto, na torcida do Federer, o suíço é tratado como uma religião radical em que a soberba está enraizada em muitos e muitos “fãs” em que só há um jogador que pratica tênis.

    Por fim, saliento que tirar sarro é legal pra caramba e é do jogo. Mas o que está ocorrendo neste blog é um comportamento doentio de muitos fãs do suíço. Tornando a leitura deste blog, infelizmente, cada vez menos prazerosa.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Obviamente quando me referi á arrogância dos torcedores sérvios, eu deixei você de fora, Marcelo.

      Aliás, você é um dos melhores comentaristas daqui.

      Agora, se você quer falar em FAKES deveria observar melhor os mais recentes.

      O tal de Leo Gavio e o Luizão 171 são fakes indisfarçáveis.

      Responder
  16. Marcelo-Jacacity

    Melo e Kubot, os reis do quinto set!
    Soares campeão no UsOpen e Austrália
    Melo em Roland Garros, e Wimbledon-17?
    E tem gente que critica a ESPN por passar duplas com brasileiro ao invés de simples. Fala sério, né!
    Tomara que o Demoliner e Soares cheguem a final e haja transmissão do confronto de mistas.

    Responder
  17. Luciano Serafim

    Boa noite Dalcim,
    Sempre gostei dos jogos de duplas e os Marcelo Melo e Bruno Soares se destacam não é de hoje, quem sabe a Bia agora embala, vamos torcer muito nesta final.
    Fico no “sonho” de ver grandes nomes migrarem para duplas(tem alguns jogadores com mais de 40 anos jogando bem), depois que não ter mais nas simples.
    Já pensou Nadal/Ferrer ou Nadal/Lopes e Federer/Wawrinka, daqui 3 anos, nos Master 1000 e Grand Slan, seria uma alternativa para quem é fã de tenis, Abç.
    Federer joga a 1º ou 2º semi amanhã?
    Placar: Federer 6/3, 6/4, 6/4, 1h50min.

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  18. Miguel BsB

    Imagina se der os “velhinhos” campeões em Wimbledon, Federer e Vênus? É de se parar pra pensar e analisar a questão das gerações, capacidade técnica extraordinária de alguns atletas e, principalmente, a evolução da medicina esportiva e da preparação/treinamento atuais.

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    1. José Eduardo Pessanha

      Federer será campeão por que é o melhor de todos os tempos. Venus poderá ser campeã por que o circuito feminino é beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem fraquinho. Idade influencia e muito….pro lado negativo, é claro. Abs

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    2. Jose Yoh

      Concordo plenamente e acrescento que no caso do Federer, saltar RG foi essencial e muito inteligente.
      Enquanto o combustível de alguns acabou no meio do caminho, o velhinho começou com o tanque cheio e gastou pouco ainda por cima.

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  19. Bartolomeu

    Existe uma diferença entre opinião e recalque – sentimento que melhor define o Team Djokovic.

    Aliás, quando leio caras falando de geração fraca e outras asneiras eu até me lembro de alguns dos reis dos recalques do esporte nacional: Zagalo babando e berrando ao final de cada jogo, “Faltam 5, Faltam 4, Faltam 3…” (oi, Robson!) e Dunga, entre palavrões e truculências, levantando a taça da copa de 94 e desancando caras como Zico e Sócrates (oi, Chetnik!)

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    1. Chetnik

      Caro Fake, quem ficou chorando incessantemente a respeito do “péssimo nível” do circuito por dois anos inteiros foram vocês. Mas de acordo com a lógica genial, de repente os dois melhores tenistas disparados do circuito “pararam” de jogar e o circuito ficou forte novamente, kkkkk.

      Eu fico até envergonhado ante tamanha demonstração de raciocínio lógico.

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      1. GILDOKSON

        Qualquer um que ficou com essa conversa de circuito fraco antes ou agora ta tentando desviar o foco.
        De qualquer maneira a verdade é uma só, Roger Federer ganhou o primeiro Grand Slam em 2003 e ta ganhando agora em 2017. Ou seja… não existe geração para o Gênio, qualquer hora é hora kkkkkk

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      2. Bartolomeu

        Fake de quem, cara pálida?

        E onde eu escrevi que o circuito agora está forte e, há dois anos, era fraco?

        Isso é argumento? Atribuir a mim algo que não escrevi? Tá parecendo o Djokovic gritando com boleiros. Vai abraçar umas árvores, rapaz!

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        1. Chetnik

          “Vocês” são as federetes. Mas como eu nem me lembro de você aqui antes – por isso brinquei como o “fake” – não estava te incluindo nessa. Mas tem vários aí nessa lista: O Bruno, o Nando, o Renato – que é fake de homem de mil faces. Todo mundo sabe quem -, aquele que usar a foto de um pirata – acho que é isso. Lista é bastante grande.

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  20. Fernando Filho

    Os haters estão desesperados com o iminente DÉCIMO NONO Major do Maestro. Os coitados achavam que seu tenista favorito bateria o recorde do REI. Que pena. Não vai, não! Kkkkkkkkkkk Compra logo a picanha, Márcio. Não tem erro!

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  21. Renato Toniol

    Dalcim, estão comentando no grupo do whats sobre uma possível doença degenerativa da Venus, e que se ela parar de jogar tênis, corre risco de morte.
    Nunca li nada à respeito. Você sabe algo sobre isso?

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    1. Alexandre

      Ela revelou há alguns anos que é portadora de Síndrome de Sjögren, uma patologia autoimune que provoca secura na boca, nos olhos, dores articulares, fadiga. Não vai morrer se parar de jogar Tênis.

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    1. Jose Yoh

      Geração fraca mesmo. Com apenas 30 anos, já estão abandonando WB com lesão. Imagine com 36!
      Fora outros mais jovens saindo nas primeiras rodadas.

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